Crítica e devoração: canibalismo e mitologia cultural

Tereza Virginia de Almeida

Resumo


Em 1950, o escritor Oswald de Andrade (1890-1954) apresentou para a USP a tese intitulada A crise da filosofia messiânica com a qual pretendia candidatar-se

a uma vaga de professor. O concurso não ocorreu mas o texto de Oswald foi inscrito e canonizado como parte da fase pós-marxista do escritor: a fase de retomada de Oswald de suas próprias idéias em torno da antropofagia apresentadas no “Manifesto antropófago” de 1928. O artigo aborda a naturalização da antropofagia enquanto metáfora da cultura brasileira como resultado do processo de canonização da obra de Oswald e propõe que o homem natural tecnizado pode ser produtivo como um criativo contraponto à razão moderna.

 

Palavras-chave: Cultura; canibalismo; crítica literária.


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