Cruzando estradas: reflexões sobre deslocamentos e fronteiras em “As morféticas”, de Bernardo Élis

Bruno Silva de Oliveira, Marisa Martins Gama-Khalil

Resumo


O mundo familiar é considerado uma célula separada do mundo externo por uma fina película conhecida como fronteira. A fronteira é uma membrana semipermeável que permite ou não a troca de elementos entre os espaços interno (o “seu espaço”) e o externo (o “espaço do outro”). Pensar a fronteira a partir da literatura fantástica é relevante, porque esta se constitui por intermédio de elementos espaciais, temporais e actanciais que colocam em confronto e questionamento o conhecido e o desconhecido, o real e o insólito, o familiar e o inquietante. Nesse sentido, este artigo tem como objetivo discutir os deslocamentos e as fronteiras criados por meio da estrada no conto de “As morféticas”, do autor goiano Bernardo Élis.

Palavras-chave


Cronotopia; Estrada; Fronteiras; Linhas abissais;

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